terça-feira, 30 de dezembro de 2025

Júnior Mosko entra para a lista dos homens mais bem vestidos de 2025 da revista internacional GQ

Júnior Mosko acaba de alcançar um reconhecimento de grande prestígio no universo da moda: seu nome integra a lista dos Homens Mais Bem Vestidos de 2025, divulgada pela renomada revista internacional GQ — uma das publicações mais influentes do mundo quando o assunto é estilo, elegância e comportamento masculino.


Conhecido por um visual autoral e marcante, Júnior Mosko se destaca por ousar com sofisticação, equilibrando perfeitamente o clássico e o contemporâneo. Sua estética vai além da roupa: traduz identidade, atitude e uma elegância que se impõe de forma natural.


A presença de Júnior Mosko na lista da GQ consolida sua imagem como referência de estilo em 2025, reforçando que elegância não é tendência passageira, mas uma construção de personalidade, coerência e autenticidade. Mais do que bem vestido, ele se firma como um nome que inspira e comunica através da moda.


quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

Então é Natal

Então é Natal.

Chegou a noite esperada —

mas chegou com passos leves,

como quem tem medo de acordar a saudade.


Era o primeiro Natal sem a presença física do papai,

que nos deixou este ano

e ficou morando onde o tempo não alcança.


A família inteira reunida.

Éramos onze.

Agora somos dez.

Um número que pesa,

não pelo que falta na mesa,

mas pelo espaço vazio no coração.


Mamãe estava linda.

Linda como sempre.

Mas havia no olhar um ponto distante,

um lugar onde ela escondia a dor

para que ninguém percebesse.

Mães fazem isso:

seguram o mundo para que os filhos não vejam ruir.


Inventamos risos.

Criamos um amigo secreto invertido.

Foi divertido.

Tentamos vestir a noite de descontração,

como quem coloca flores numa ferida

para que ela doa menos.


Estávamos ali,

na beira da piscina —

um dos lugares onde mais nos reunimos,

onde tantas histórias já ecoaram.


Então é Natal.

Com abraços contidos.

Sem muito barulho.

Porque a ausência também faz som

— um som que só o coração escuta.


E então, naquele instante,

olhei para o vazio

e ele se encheu de presença.

Seu rosto estava ali:

sorrindo,

balançando a cabeça,

como se dissesse em silêncio:

“Segue. Você está indo no caminho certo.”


O peito apertou.

O coração ficou aflito.

Segurei a mão da minha mãezinha.

Observei a família conversando,

comendo,

brindando.


E fiquei feliz.

Porque o maior aprendizado foi cumprido:

a família reunida.


A missão continua.

Agora somos dez.


A madrugada chega.

Vamos dormir.


O travesseiro chora em silêncio.

A oração vem forte,

cheia de falta.

Faltou aquele “Feliz Natal”

que sempre me enchia de alegria.

Faltou o “Feliz Natal, fio, eu te amo”

sussurrado no ouvido.

Faltou o abraço que não chegou.


Ah, pai…

que saudade.


A casa acordou diferente.

Um pouco triste.

Ninguém disse “bom giorno”.

Os sorrisos estavam tímidos,

meio aprendendo a existir de novo.


É isso.

Um Natal diferente.

Com uma ausência que não tem como não sentir.


Mas também com amor.

Com memória.

Com laços que permanecem.


Porque quem parte

nunca vai embora por completo.

Fica nos gestos,

nas orações,

nos silêncios…

e, principalmente,

no amor que não acaba.


sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Júnior Mosko participa do Almoço de Confraternização do CIESP Sorocaba

Na última sexta-feira, 05 de dezembro, Júnior Mosko marcou presença no Almoço de Confraternização do CIESP Sorocaba, realizado na charmosa Chácara Santa Vitória. O encontro reuniu empresários, lideranças regionais e representantes de importantes instituições, encerrando o ano com diálogo, conexão e celebração.


O evento contou com a presença de autoridades como a deputada estadual Maria Lúcia Amary, a deputada federal Simone Marquetto, além de membros da diretoria do CIESP Sorocaba e do diretor regional do SESI, Júlio César.


Durante o almoço, foram compartilhadas perspectivas sobre o desenvolvimento econômico da região, projetos para 2026 e a importância da integração entre indústria, cultura, educação e inovação — áreas nas quais Júnior Mosko atua e defende como pilares fundamentais para o crescimento coletivo.


Para Júnior, participar de encontros como este reforça sua visão de que transformações significativas nascem do diálogo e da união de forças. A presença de empresários, gestores públicos e representantes de diversos segmentos fortalece o compromisso de construir uma Sorocaba cada vez mais dinâmica, colaborativa e criativa.


O clima de confraternização marcou o encerramento das atividades do ano, criando um espaço de troca de experiências e reconhecimento das conquistas de 2025.


Júnior Mosko agradece ao CIESP Sorocaba pelo convite e destaca a importância de iniciativas que aproximam diferentes setores da sociedade, impulsionando oportunidades e fortalecendo a região.


quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

O Lugar Onde Eu Me reencontro

Às vezes eu penso…

a vida me levou tão longe que quase esqueci

como era ouvir meu próprio coração sem pressa.


Eu viajei — por dentro, por fora,

por entre palcos, pessoas, lembranças e medos.

Viajei porque precisava me achar.

Viajei porque, no fundo, tinha medo de parar

e descobrir que algumas partes de mim doíam mais

do que eu estava pronto para sentir.


Mas, quanto mais longe eu ia,

mais uma voz suave me acompanhava,

como quem caminha ao lado sem ser vista:

“Quando cansar, volte para casa.”


E eu segui…

Segui acreditando que o mundo inteiro

poderia me explicar quem eu era.

Segui acreditando que o brilho de fora

poderia curar o vazio de dentro.


Mas a vida — essa professora paciente —

me mostrou que não há viagem bonita

quando a alma está com saudade do que ficou para trás.


Então eu parei.

Respirei.

E percebi que voltar não era fracasso,

não era desistir…

Era apenas reconhecer que algumas partes de mim

só florescem no lugar onde me chamam pelo nome certo.


Porque existe um canto do mundo —

quieto, pequeno, profundo —

onde eu não preciso ser forte,

não preciso ser espetáculo,

não preciso dançar para provar nada.

Eu só preciso ser eu.


E é ali que a vida me toca no ombro

com uma ternura antiga e me diz:

“Filho… chegou a hora. Volte.”


E eu volto.

Volto com o cansaço e com a beleza,

com as feridas e com as vitórias,

com tudo o que aprendi tentando me perder.


Volto porque é na casa —

não a de paredes, mas a de afetos —

que finalmente entendo

por que precisei viajar tanto

para me reencontrar.