
O espelho
Sempre, sempre, quando se aproxima o natal e chega o final do ano, começamos a fazer planos, a olhar o que não fizemos e o que queremos fazer.
Sempre acreditamos que o que não foi feito ou realizado no próximo ano será resolvido.
Sempre pensamos em ter mais tempos com a família.
Sempre acreditamos que o verdadeiro amigo aparecerá
Sempre acreditamos que o panorama político ira melhorar.
Sempre acreditamos que teremos mais saúde e vigor para desfrutar mais da vida.
Sempre olhamos para longe objetivando, tudo muito majestoso.
Sempre renovamos esperança, mas sem saber ao certo como queremos esta esperança.
Sempre tentamos não ouvir o coração e passar pelos sentimentos como se fossemos capaz de escolher o próprio destino.
Sempre pensei eu podia dar um brinquedo ou uma roupinha para uma criança carente.
Sempre saímos às compras, para saciar uma vaidade sem limites.
Sempre deixamos de lado o sorriso de alguém.
Sempre deixamos de lado o abraço.
Sempre deixamos de lado aquele conselho.
Sempre deixamos de valorizar o que este tão próximo.
Sempre deixamos de acretidar em nosso travesseiro.
Sempre, sempre, sempre.
La vem os donos da verdade, projetando, o novo ano, a nova vitória, muita saúde, muita diversão.
E o ano se passa e paramos novamente e começamos, há projetar o ano seguinte.
Temos é que olhar agora para o espelho e nos perguntar. O que eu estou fazendo, para minha tão breve passagem por esta vida? Cadê o mar, as arvore, o cheiro da relva, a brincadeira entre os queridos. Cadê almoço de domingo, a conversa que não quer terminar. É mais fácil ignorar os sentimentos, e nos acharmos tão poderosos, que somos capazes de num estalar de dedos modificar os rumos de vidas.
Talvez em 2010, tenhamos tempo para parar, olhar, sentir, ouvir e poder olhar novamente no espelho e dizer Sempre valerá a pena ser assim, apenas feliz.
Sempre acreditamos que o que não foi feito ou realizado no próximo ano será resolvido.
Sempre pensamos em ter mais tempos com a família.
Sempre acreditamos que o verdadeiro amigo aparecerá
Sempre acreditamos que o panorama político ira melhorar.
Sempre acreditamos que teremos mais saúde e vigor para desfrutar mais da vida.
Sempre olhamos para longe objetivando, tudo muito majestoso.
Sempre renovamos esperança, mas sem saber ao certo como queremos esta esperança.
Sempre tentamos não ouvir o coração e passar pelos sentimentos como se fossemos capaz de escolher o próprio destino.
Sempre pensei eu podia dar um brinquedo ou uma roupinha para uma criança carente.
Sempre saímos às compras, para saciar uma vaidade sem limites.
Sempre deixamos de lado o sorriso de alguém.
Sempre deixamos de lado o abraço.
Sempre deixamos de lado aquele conselho.
Sempre deixamos de valorizar o que este tão próximo.
Sempre deixamos de acretidar em nosso travesseiro.
Sempre, sempre, sempre.
La vem os donos da verdade, projetando, o novo ano, a nova vitória, muita saúde, muita diversão.
E o ano se passa e paramos novamente e começamos, há projetar o ano seguinte.
Temos é que olhar agora para o espelho e nos perguntar. O que eu estou fazendo, para minha tão breve passagem por esta vida? Cadê o mar, as arvore, o cheiro da relva, a brincadeira entre os queridos. Cadê almoço de domingo, a conversa que não quer terminar. É mais fácil ignorar os sentimentos, e nos acharmos tão poderosos, que somos capazes de num estalar de dedos modificar os rumos de vidas.
Talvez em 2010, tenhamos tempo para parar, olhar, sentir, ouvir e poder olhar novamente no espelho e dizer Sempre valerá a pena ser assim, apenas feliz.
JUNIOR MOSKO